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Garanhuns, Pernambuco, Brazil
• FORMAÇÃO ACADÊMICA. Instituição: UPE – CAMPUS GARANHUNS Curso: Licenciatura Plena em História (2007) Curso: Pós-Graduação Programação do Ensino de História (2009) ;• EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Em diversas Escolas da rede pública. Período:18 anos

quinta-feira, maio 28

Pesquisa aponta evolução no desempenho de estudantes após banimento do celular em escolas


Estudo foi realizado em colégios na Inglaterra e mostrou melhoras de até 6% nas notas de alguns alunos

Henrique Souza - Pernambuco.com
Publicação: 18/05/2015 09:33 Atualização:

Estudantes que não utilizam o celular na escola podem apresentar melhoras no desempenho acadêmico. Foto: Garry Knight/Flickr/Reprodução
Estudantes que não utilizam o celular na escola podem apresentar melhoras no desempenho acadêmico. Foto: Garry Knight/Flickr/Reprodução
Um estudo realizado por pesquisadores das Universidades do Texas e Louisiana, nos Estados Unidos, sobre o uso de telefones celulares em quatro cidades inglesas, apontou que os alunos de escolas que baniram os aparelhos apresentaram uma melhora de até 6% nas suas notas. Isso seria o equivalente à mais cinco dias de aulas por ano.

A pesquisa acompanhou o desempenho dos alunos desde 2001, nas cidades de Birmingham, Leicester, Londres e Manchester, antes e depois da proibição dos aparelhos nos colégios. Os dados foram comparados com as notas obtidas pelos estudantes em exames nacionais na Inglaterra. Os alunos na faixa de 16 anos demonstraram um desempenho até 6,4% melhor que o padrão.  

No Reino Unido, mais de 90% dos adolescentes têm um celular. Os autores do estudo acreditam que os resultados seriam semelhantes nos Estados Unidos, onde a quantidade de jovens com telefones é de 73%. A presença maciça dos dispositivos levou os diretores das escolas a tomar medidas duras em relação ao uso dos aparelhos. Em uma pesquisa realizada em 2001, nenhuma delas proibia os celulares. Em 2007, o número subiu para 50%, e em 2012, 98% não permitiu a utilização dos telefones nas dependências da instituição.

O crescimento observado entre os estudantes com notas mais baixas foi o dobro do ocorrido entre os alunos com notas médias. Já aqueles com notas mais altas não apresentaram nenhuma melhora. Alunos na faixa etária de 14 anos, que tendem a usar menos o celular, também não tiveram nenhuma mudança no desempenho registrada.

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