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Garanhuns, Pernambuco, Brazil
• FORMAÇÃO ACADÊMICA. Instituição: UPE – CAMPUS GARANHUNS Curso: Licenciatura Plena em História (2007) Curso: Pós-Graduação Programação do Ensino de História (2009) >>>• EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Período:12 anos ATUALMENTE: Escola Estadual Elisa Coelho & Escola Municipal José Brasileiro Vila Nova Disciplinas: História, Filosofia, Sociologia e Artes...

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terça-feira, junho 16

Qual a melhor estratégia de estudo para o ENEM?

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Depois uma vida escolar descompromissada, muitos alunos chegam no 3o ano ou pré-vestibular sem condições pedagógicas para fazerem o ENEM, uma vez que a maioria das escolas, sejam elas públicas ou privadas, fingem que estão ensinando seus alunos, e estes fingem que estão aprendendo.
Diante do desafio do ingresso em uma boa universidade, estes alunos iniciam o ano com a famosa frase “agora vou estudar pra valer” e tentam recuperar o tempo perdido, aprendendo em um ano o que deveriam ter aprendido durante toda vida escolar. Encaram o desafio sem analisar a melhor maneira para estudar, a melhor estratégia a se adotar?
As universidades públicas de forma geral se dividem em dois modelos de seleção de candidatos: a maior parte atribui peso igual para as cinco áreas do conhecimento,Matemática, Ciências Humanas, Linguagens, Códigos, Ciências da natureza e Redação.Enquantooutras universidades atribuem maior valor para determinadas disciplinas de acordo com o curso; por exemplo na UFRJ, para os cursos de engenharia, a prova de Matemática possui maior valor em relação à demais áreas. E é importante saber que a forma de ingresso na universidade poderá gerar variações na estratégia de estudo, contudo, os conceitos descritos abaixo servem para otimizar o resultado de forma geral, podendo ser aplicados nas diversas variações estratégicas de acordo com o modelo de ingresso da universidade que o candidato escolheu.
A reflexão natural do aluno geralmente o segue o fluxo a seguir:
Ora, se a nota para ingressar em uma faculdade pelo Enem é a média dos pontos obtidos nas cinco áreas do conhecimento, então, cada área é responsável por 20% dos pontos totais. Sendo assim, o aluno deve se dedicar às disciplinas de maior afinidade e ao mesmo tempo estudar para melhorar suas deficiências. Este raciocínio intuitivo é a orientação que milhares de instituições de ensino doutrinam seus alunos ao longo dos anos. Infelizmente elas estão erradas, existem três argumentos para comprovar isso.
Primeiro argumento
Para ilustrar minha teoria, vou usar o exemplo da área de Ciências Humanas, que é formada pelas disciplinas de História, Geografia, Sociologia e Filosofia. Caso o aluno decida se dedicar à História, ele estará estudando apenas uma pequena fração do conteúdo cobrado pelo ENEM. O mesmo ocorre nas outras áreas, tais como Ciências da Natureza (Física, Química e Biologia) e Linguagens e Códigos (Português, Literatura e Língua Estrangeira). Assim, a Matemática é a única área objetiva, realmente responsável por 20% do valor total de pontos da prova.
Logo o aluno deve focar em matemática?
Segundo argumento
Dentre as áreas objetivas, seu foco deverá ser sim a Matemática, primeiro porque sozinha, é responsável por um quinto das questões do ENEM, mas existe outro motivo que faz com que a disciplina de Matemática seja especial. O ENEM calcula a nota do aluno usando a Teoria de Resposta ao Item (TRI) e esse modelo matemático faz com que, por melhor que o aluno seja em determinada área, ele não será capaz de tirar nota total. Vejam as notas máximas e mínimas no ENEM 2014.
1- Linguagens:
Mais alta: 813,3
Mais baixa: 261,3

2- Ciências Humanas:
Mais alta: 888,7
Mais baixa: 299,

3- Ciências da Natureza:
Mais alta: 901,3
Mais baixa: 311,5

4- Matemática:
Mais alta: 971,5
Mais baixa: 322,4

A Teoria de Resposta ao Item pode parecer injusta à primeira vista, mas trata-se de uma metodologia utilizada em testes consagrados no mundo inteiro, desde a década de 1950. O objetivo da TRI é justamente alcançar uma avaliação mais próxima do “conhecimento real” do candidato. Na prática, as questões mais difíceis valem mais e aquelas que todos acertam, equivalem a um valor menor de pontos. Neste sentido, a área de Matemática por exemplo, costuma ter notas mais altas justamente por ser a disciplina com menos acertos entre todos os candidatos.
Diferente das outras áreas, a Redação é subjetiva! Logo, o critério de correção é a média da avaliação de dois professores, sendo assim, possível de se chegar à nota mil.
Redação:
Mais alto: 1000
Mais baixo: 0

Por esse motivo, muitos alunos alcançam resultados superiores aos 900 pontos, o que é quase impossível nas outras áreas.
O terceiro argumento
Os alunos precisam de aptidão e onze anos de muita dedicação para dominar todo o conteúdo de Matemática e, ainda assim, somente os melhores da escola irão conseguir tirar por volta de 800 pontos. O mesmo acontece em outras áreas.
No entanto, um aluno pode fazer uma boa prova de Redação com apenas 20 horas de estudos semanais, durante um ano. O conteúdo é pequeno e é relativamente fácil fazer uma boa redação, basta conciliar o hábito da leitura de temas da atualidade com a prática da escrita.
Conclusão
Observem o efeito da nota de Redação em dois candidatos para o curso de Medicina da UFMG:
ÁreaREPROVADOAPROVADO
Ciências da Natureza760760
Linguagens e Códigos750750
Ciências humanas750780
Matemática820820
Redação750950
Média766812
A maior parte dos candidatos à este está estudando Biologia e Química, enquanto deveriam estar se dedicando à redação de pelo menos um texto por dia. Pode parecer contra intuitivo, mas um resultado acima de 900 na Redação, é obrigação de qualquer candidato, especialmente quando se trata das Universidades e Cursos mais concorridos.

Como escrever um relatório em 10 passos

Confira a seguir uma lista com 7 exemplos de palavras que NÃO devem ser usadas na introdução da sua redação do Enem:

Confira a seguir uma lista com 7 exemplos de palavras que NÃO devem ser usadas na introdução da sua redação do Enem:

1 -
“Atualmente” 

2 - “Hoje em dia”

3 - “Desde épocas remotas”

4 - “O mundo de hoje”

5 - “A cada dia que passa”

6 - “No mundo em que vivemos”

7 - “Na atualidade”

Na maioria das vezes, expressões como essas contribuem para diminuir a originalidade da redação prejudicando o desempenho do candidato. Por isso, é importante estar atento para evitá-las. Experimente seguir esse conselho e faça uma boa prova!


terça-feira, junho 9

PROJETO FESTAS JUNINAS

PROJETO FESTAS JUNINAS



1º Conversar com os alunos e selecionar os temas a serem trabalhados sobre as FESTAS JUNINAS. 

• FESTAS JUNINAS, por quê? 
• Vestimentas 
• Bebidas 
• Comidas 
• Músicas 
• Danças 
• Lenda da fogueira 
• Brincadeiras 
• Enfeites na sala. 


2º pesquisar em casa sobre FESTAS JUNINAS, por quê? 
Após os alunos falarão sobre a pesquisa, e deve ser criado um texto coletivo: 

3º Enfeitar a sala de aula com cartazes e bandeirinhas coloridas. 

4º Trabalhar os próximos temas, no decorrer do mês, de acordo com os interesses dos alunos. 

5º Fotografar a decoração e o grupo de alunos. 

6° Resolver problemas matemáticos com os temas da festa. 

7º Criar e resolver problemas matemáticos com os preços dos alimentos típicos da festa. 

8º Trabalhar com os alunos sobre os perigos dos fogos de artifícios em seguida os alunos criarão recados para serem colocado nos corredores, alertando sobre os perigos causados pelos fogos. 

9° Os alunos se organizarão em grupos, e cada grupo trabalhará sobre um assunto escolhido anteriormente e farão uma exposição do seu trabalho para os colegas e pôr último uma ilustração. 

10° Alguns alunos, com dificuldade em matemática, estarão trabalhando, com figuras geométricas(bandeira, balão).


Projeto Festa Junina II
Justificativa: Mês de junho é mês de acender fogueira, dançar quadrilha, comer pipoca, pinhão e comemorar o dia de Santo Antonio, São João e São Pedro e mais ainda, uma forma de homenagearmos o trabalhador rural e valorizar a vida e o trabalho no campo. Neste mês é comum acontecer gincanas juninas com tarefas características à festa . 

Objetivo Geral: Incentivar nos alunos o gosto pelas festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características à festa junina.

Atividades:

- Pesquisa sobre a participação e importância de um evento como este, com a família;
- Ornamentação da Sala de aula, com bandeiras, correntes...
- Apresentação de um novo amigo e vestir o novo amigo com roupas adequadas a festa junina (cada dia será levado para casa por um aluno);
- Desenho do "nosso amigo caipira"
- Retomada da pesquisa na hora da rodinha;
- Pintura, recorte e colagem de bonecos caipiras articulados;
- Ouvir, cantar e dançar músicas típicas para apresentação;
- Construir com massa de modelar, alimentos e bonecos típicos a festa junina;
- Confecção de diversas fogueiras;
- Pintura e recorte de uma caipira de tranças
- Sessão cinema com pipocas- Filme Chico Bento;
- Retomada do filme na rodinha e desenhos sobre o mesmo;
- Pintura desenho e recorte de um boneco grande;
- Montagem do boneco grande;
- Confecção de balões para ornamentar a festa;
- Pescaria das cores;
- Desfile caracterizado de caipira entre duas turmas;
- Brincadeiras entre as turmas (corrida do saco);
- Brincadeira entre as turmas (corrida com o "ovo" na colher);
- Brincadeira entre as turmas (corrida do prendedor);
- Brincadeira entre as turmas (Bola na boca do palhaço)
- Brincadeiras entre as turmas (Boliches de latas);
- Festa Junina - Apresentação de danças.



PESQUISA COM A FAMILIA ( mãe, pai, avós, tios) 
Como eram realizadas as festas juninas na sua época? O que você fazia? O que tinha na festa, que tipo de brincadeiras? Como era sua participação? Que alimentos tinha na festa? E a vestimenta como era?



PROJETO FESTA JUNINA III

Justificativa: Este projeto visa integrar a comemoração da festa junina com o projeto que nossa escola já vem desenvolvendo: Resgate Social, o qual procura exercer a cidadania através de ações concretas, solidárias e participativas, em benefício e melhoria de vida. 
Este projeto está dividido em quatro etapas: atividades em sala relacionadas à data, gincana, festa junina e festa junina solidária. As duas primeiras etapas vão acontecendo ao mesmo tempo. 

Objetivos: 
•Conhecer as características das festas juninas;
•Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo; 
•Promover interesse e participação na gincana e na festa junina;
•Compreender a história da festa junina, bem como seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais e religiosos;
•Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo;
•Promover uma festa junina para uma creche;


Etapas do desenvolvimento:

Atividades em sala de aula 
Os professores de todas as disciplinas participarão do projeto desenvolvendo atividades em sala relacionadas com a data que estamos comemorando.

De Educação Infantil a 1ª série:

Português: Explorar a leitura de textos informativos, de poesias, músicas juninas, de texto formal e informal, bem como quadrinhas, caça-palavras e cruzadinhas. Montar um livrinho com as comidas e bebidas típicas juninas.

História:Conhecer a origem das festas Juninas e os Santos do mês.Conhecer o significado das danças típicas da festa junina, como a dança do-pau-de-fitas, quadrilha e outras.

Matemática e Ciências: Conhecer as comidas típicas junina e explorá-las no que se refere à quantidades, preços, tempo de duração da culinária, medidas de massa e fração.Fazer, como culinária, algumas das comidas típicas. Criar desafios envolvendo situações da festa junina, bem como a gincana que estamos desenvolvendo.

Artes: Produzir cartazes com as simpatias, receitas típicas e representações da festa. Ornamentar as salas e a escola.

Geografia: Localizar, geograficamente, os países que deram início às festas juninas, como França e Portugal. Fazer o mesmo no mapa do Brasil, destacando as regiões e a maneira como a festa junina é comemorada em cada uma delas.

Educação Física: Conhecer as danças típicas e apresentá-las na festa junina.


Idéias 
Festa Junina:

A festa será realizada na escola, no dia de 200_. Terá início às 19:00 horas. Nesta festa teremos barracas com brincadeiras, como boca do palhaço, pescaria, jogo da argola, barraca surpresa, correio elegante, barracas com comidas típicas, apresentações das danças, e o resultado do rei e rainha da festa.

Festa Solidária:

Outra etapa do projeto é a realização de uma festa junina solidária com uma creche da cidade. Os alunos irão até a creche para festejar e conhecer outras crianças. Neste dia entregaremos os biscoitos arrecadados durante a gincana, teremos musicas apresentadas pelos nossos alunos, e brincadeiras para alegrar nossa festa solidária. Será um momento de total integração entre os alunos da creche e os alunos da escola. Os alunos da escola e da creche estarão com desejo maior de conhecer o novo amigo.


Festa do Interior 
Principal festas populares depois do carnaval, as festas juninas guardam resquícios de tradições ancestrais e são um retrato da diversidade cultural brasileira. 

Quando chega o mês de junho, todos já sabem: São João vem aí. É hora de preparar os chapéus de palha e as bandeirolas, convidar compadres e comadres para dançar quadrilha, acender a fogueira, soltar rojão e se esbaldar de tanto comer pipoca, cocada e pé-de-moleque. 

As festas juninas são as principais festas populares brasileiras depois do carnaval. São nossas típicas festas do interior. Graças às escolas de todo o país, essa tradição tem se mantido, fazendo com que nessa época do ano o Brasil rural contagie a nação e as crianças coloquem o “pé na roça”. 

No mês de junho, o país se converte em um enorme arraial. Misto de quermesse e matrimônio, as festas juninas são paródias desses dois pontos altos do calendário de toda cidadezinha que se preze. De uma só vez, a cultura popular recria, à sua maneira, o casamento e a festa da padroeira. Nessas ocasiões, o caipira veste seu melhor paletó e a botina de passeio - aquela que aperta o dedão, acostumado ao chinelo. É dia de música, dança e mesa farta, tudo de que se precisa para que a festa não acabe antes do amanhecer. 

Ainda que as festas juninas tenham ajudado a criar uma imagem estereotipada do homem do campo, questionada por muitos - um sujeito que fala errado, com dentes sujos, chapéu desfiado e calça na altura das canelas e cheia de remendos -, uma coisa é certa: elas preservaram de alguma forma todo o simbolismo dos folguedos anteriores à Era Cristã.


Tradição ancestral 
As festas juninas são as guardiãs da tradição secular de dançar ao redor do fogo. Originalmente, o ponto alto dos festejos ao ar livre era o solstício de verão, em 22 de junho (ou 23), o dia mais longo do ano no Hemisfério Norte. As tribos pagãs também comemoravam dois eventos marcantes nessa época: a chegada do verão e os preparativos para a colheita. Nos cultos, celebrava-se a fertilidade da terra. Ao pé da fogueira, faziam-se oferendas, pedindo aos deuses para espantar os maus espíritos e trazer prosperidade à aldeia. 

Atualmente, a celebração da fertilidade é representada pelo casório e pelo banquete que o segue e as oferendas deram lugar às simpatias, adivinhações e pedidos de graças que se fazem ao santos. O próprio balão leva as promessas a São João para se conseguir saúde ou dinheiro para quem ficou em terra. Porém, o santo mais requisitado é mesmo Santo Antônio de Pádua, que ganhou fama de casamenteiro, segundo reza a lenda, ao levar três irmãs solteiras ao altar. Uma das adivinhações consiste em cravar uma faca nova no tronco de uma bananeira. Com um pouco de imaginação, podem-se ver na lâmina os contornos da inicial do nome do futuro marido, desenhados pela seiva da árvore.


Caldeirão de culturas 
As festas juninas são também um retrato das contribuições culturais de cada povo à cultura brasileira. Para fazer uma festa junina, deve-se cumprir à risca a seguinte receita: 

Comemore as festas juninas conforme os moldes portugueses, isto é, celebre-as em três devotas prestações: 13 de junho, Santo Antônio; 24 de junho, São Pedro, primeiro papa - a "pedra" em que se fundou a Igreja Católica; e, por fim, 29 de junho, São João Batista, primo de Jesus responsável por seu batismo. Desde o século XIII, a festa de São João portuguesa, chamada "joanina", incluiu os dois outros santos. 

Adicione uma colher de chá de tradição francesa. As quadrilhas são inspiradas em bailes rurais da França do século XVIII, em cujas coreografias os casais se cumprimentavam e trocavam de pares. Essas danças desembarcaram com a família real portuguesa em 1808. Até hoje, em alguns lugares, as evoluções são orientadas por palavras francesas aportuguesadas: promenade (passeio), changê (trocar), anavam (em frente), anarriê (para trás). 

Para dar sabor, o toque final: culinária tipicamente indígena, com comidas feitas à base de milho - espigas cozidas, pamonha, canjica e bolo de fubá -, mandioca e coco.


Brincando com fogo 
“... Ninguém matava ninguém morria
Nas trincheiras da alegria
O que explodia era o amor." 

A festa junina é assim mesmo como Moraes Moreira a descreve. Tudo acaba bem. O noivo fujão é puxado pelo colarinho e aceita sua noiva como legítima esposa. Dito o "sim", com a bênção do padre, o pai da noiva coloca de volta o revólver no cinturão. 

Mas para quem resolve brincar com fogo nem sempre o final é feliz. Saltar fogueiras, driblar busca-pés e soltar balões já estragou a folia de muita gente. A destruição pode ser maior se o balão atingir a mata e provocar incêndios, especialmente em anos de prolongada estiagem como este. 

Quando Isabel acendeu a fogueira e hasteou uma bandeirinha para anunciar o nascimento de seu filho, São João, a fogueira era sinal de bom presságio. Hoje, os guardas florestais se inquietam: onde há fogueira, há balões. Por isso, desde 1965, soltar balões é crime previsto pelo Código Florestal. Quem trocar os balões por inofensivas bombinhas e traques merece aquela prenda que está lá no alto do pau-de-sebo


Comemorar o mês de junho é um hábito antigo em várias partes do mundo. Nos países católicos da Europa, as festas juninas são uma tradição desde o século 4º. O primeiro nome que receberam, "joaninas", foi em homenagem a São João e acabou sendo modificado ao longo dos anos. "Os Santos Antônio e Pedro também são festejados em junho, mas São João sempre teve mais devotos no continente europeu. Por isso, a festa recebeu o nome dele", diz Maria do Rosário Tavares de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Folclore.
O costume chegou ao Brasil junto com os colonizadores portugueses e acabou recebendo influências culturais de cada região. São vários os modos de comemorar as festas juninas de norte a sul.

Nordeste: No embalo do forró, as festas juninas são destaque em Campina Grande, na Paraíba, e Caruaru, em Pernambuco. Nessas cidades, elas duram um mês. Em Campina Grande, as principais atrações ficam por conta dos shows (grátis), no Parque do Povo, e da brincadeira conhecida por "trem forroviário", em que os passageiros viajam dançando nos vagões ao ritmo do forró. Ele circula entre Campina Grande e o distrito de Galante nos dias 13, 20, 23 e 27 de junho e 4 de julho. O "trem do forró" também anima Caruaru. Ele parte da capital, Recife, com destino a Caruaru, nos dias 12, 13, 19, 20, 23, 26 e 27 de junho. 

Sudeste: Além da comida típica (pipoca, pé-de-moleque e quentão, entre outros), nas festas juninas desta parte do país come-se cachorro-quente, pastel e até mesmo pizza. Na hora de brincar, todos participam das pescarias, dos concursos de quadrilha e do casamento na roça ao som de música sertaneja.

Centro-Oeste: Nessa região, a festa é influenciada por hábitos típicos dos países fronteiriços (em especial o Paraguai). Além da quadrilha e dos pratos típicos, as festas juninas acontecem ao som da polca paraguaia e toma-se a sopa paraguaia (que, na verdade, é uma espécie de bolo de queijo). O ritmo sertanejo dá o compasso da festa.


Sul: A tradição gaúcha ordena que se reúna a família ao redor da mesa de jantar. E que se passe a noite saboreando comidas típicas, como arroz-de-carreteiro, feijão-mexido e pinhão cozido na água ou assado na brasa.

Norte: A festa típica é ofuscada pelo festival folclórico de Parintins, que ocorre no final de junho no Amazonas. Em lugar da quadrilha, ouve-se a toada do boi-bumbá. São servidas receitas regionais como tapioca (à base de mandioca) e tacacá (bebida de origem indígena).

Brincadeiras Juninas...


http://aprenderecia.blogspot.com.br/2008/05/brincadeiras-juninas.html
Uma boa festa Junina não dispensa os tradicionais, correio elegante, dança da laranja, quadrilha, corrida de sacos ... Para animar sua festa, leia as dicas de brincadeiras que preparamos para que a sua festa se torne a mais inesquecível de todos os tempos, escolha a sua brincadeira e bom divertimento ! 
Boliche: Os pinos são feitos com latas vazias de refrigerante ou de batatas fritas, encapadas com papel colorido. Faz-se uma linha de arremesso a cerca de 2 metros de distância. A bola deve arrastar no chão até atingir os pinos. Cada participante pode fazer três tentativas. O coordenador anota o número de pinos derrubados em cada tentativa. Vence quem derrubar mais pinos. 

Caça ao objeto: Faz-se uma lista de objetos fáceis de serem encontrados no local onde a festa será realizada. Reúne-se os participantes para avisá-los do tempo disponível e o nome do objeto que devem procurar. Ao sinal de um apito todos correm para procurá-lo. Ao sinal de outro apito devem retornar pois é o aviso de que o tempo terminou ou o objeto já foi achado. O primeiro que retornar com o objeto pedido é o vencedor. Se o objeto não for encontrado, pede-se o seguinte da lista. 

Cadeia: Escolhe-se um local isolado ou cercado por cadeiras, para ser a cadeia. Nomeia-se (ou sorteia-se) um delegado e seus ajudantes. O preso vai até a cadeia e, paga uma prenda (mostra uma habilidade), para ser solto, que pode ser: cantar, recitar, dançar, fazer uma imitação, etc. Se houver um palco com microfone, a cadeia pode ser colocada num canto dele. E a prenda, ao ser paga diante do microfone, será vista por todos da festa. 

Corrida do milho: Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma das linhas, coloca-se uma bacia com grãos de milho. Atrás da outra linha, os participantes são reunidos aos pares - um deles segura uma colher e o outro um copo descartável. Dado o sinal, os participantes com a colher correm até a bacia. Enchem a colher com milho e voltam para a linha de largada. Lá chegando, colocam o milho no copo que seu companheiro segura. Vence a dupla que primeiro encher o copinho com milho. 
Corrida do ovo na colher: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve segurar com uma das mãos (ou a boca) uma colher com um ovo cozido em cima. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, sem derrubar o ovo. Se quiser variar, substitua o ovo cozido por batata ou limão. 

Corrida do Saci ou Corrida dos sapatos: Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Na primeira linha, os corredores tiram os sapatos, que são levados para trás da outra linha, onde são misturados. Dado o sinal, eles devem sair pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois de calçar seus sapatos, devem retornar, pulando com o pé direito. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, estando calçado de modo correto. 
Corrida do saco: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve colocar as pernas dentro de um saco grande de pano e segurá-lo com ambas as mãos na altura da cintura. Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada. Nota: Para substituir o saco de pano pelo de plástico (grosso) de lixo, que é mais escorregadio, é preciso testar o local da corrida com antecedência. 

Corrida dos pés amarrados: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Os participantes são reunidos em duplas. Com uma fita, o tornozelo direito de um é amarrado ao tornozelo esquerdo de seu par. Dado o sinal, as duplas participantes devem correr até a chegada. Vence a dupla que chegar primeiro. 

Dança da laranja: Formam-se alguns casais para a dança. Uma laranja é colocada entre as testas de cada par. Os casais devem dançar, sem tocar na laranja com as mãos. Se a laranja cair no chão, o casal é desclassificado. A música prossegue até que fique só um casal. 

Dança das cadeiras: Forma-se um círculo com tantas cadeiras quantos forem os participantes menos uma. Os assentos ficam voltados para fora. Coloca-se música e todos dançam em volta das cadeiras. Quando a música parar, cada um deve sentar numa cadeira. Um participante vai sobrar e sair da brincadeira. Tira-se uma cadeira e a dança recomeça. Vence quem conseguir sentar-se na última cadeira. 

Derruba latas: Sobre uma mesa, coloca-se latas vazias de refrigerante. Faz-se uma linha de arremesso a cerca de 1,5 metros de distância. Cada participante recebe três bolinhas, para fazer três tentativas. O coordenador anota o número de latas derrubadas em cada tentativa. Vence quem derrubar mais latas.

ogo das argolas: Enche-se com água garrafas de refrigerante (plásticas e grandes) e aperta-se bem as tampas. Arruma-se as garrafas no chão com pelo menos um palmo de distância entre elas. Faz-se uma linha de arremesso a cerca de 1,5 metros de distância. Cada participante recebe cinco argolas (ou pulseiras), para fazer cinco tentativas. Vence quem acertar mais argolas nos gargalos das garrafas. 

Jogo do bicho ou Rabo do burro: Desenhe um animal de costas ou de lado numa cartolina e prenda numa parede. Cada participante deve receber uma etiqueta autocolante grande (já destacada). De olhos vendados, deve caminhar até o desenho e colar o rabo do animal. Quem colocar o rabo mais próximo do local correto é o vencedor. 

Jogo do bigode: Desenhe numa cartolina um rosto masculino e prenda numa parede. Cada participante deve receber, em cada mão, uma etiqueta autocolante de tamanho médio (já destacada). De olhos vendados, deve caminhar até o desenho e colar os dois lados do bigode. Quem colocar o bigode mais próximo do local correto é o vencedor. 

Pesca da maçã: Sobre uma mesa, coloca-se uma bacia com água* e maçãs boiando. Cada participante deve colocar as mãos nas costas e inclinar-se sobre a bacia e morder uma maçã. Quem conseguir ganha um brinde. (*De preferência, usar água filtrada) 

Correio-elegante É o serviço de entrega de bilhetes durante a festa. Quando não estiver entregando bilhetes, o entregador passeia pela festa, oferecendo o serviço de correio. A mensagem é escrita num cartão ou papel colorido. Se a festa for grande, o correio pode ficar numa mesa, onde os cartões são escritos por uma pessoa e entregues por outra. Para facilitar, pode-se levar alguns cartões prontos, com quadrinhas amorosas ou engraçadas.

PROJETO FESTA JUNINA


http://aprenderecia.blogspot.com.br/2008/05/brincadeiras-juninas.html
PROJETO FESTA JUNINA

Projeto Brincando e Aprendendo no Arraiá
Justificativa
Estamos no mês de junho e começam as comemorações das Festas Juninas. Vender convites, ensaiar a quadrilha e danças típicas, enfeitar a escola... 

Chega o dia da festa e pronto! O que fica disso para as crianças? Qual o significado dos festejos juninos? 

A Festa Junina é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo linguístico, pois se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens, resgate de brincadeiras, culinária típica e outros! 

A escola tem um papel importante na valorização das tradições, portanto este projeto integrará a comunidade escolar e ocorrerá durante todo o mês de junho. 

Objetivo Geral

Incentivar nos alunos o gosto pelas festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características destes festejos que fazem parte do folclore brasileiro, ressaltando seus aspectos, popular, social e cultural;

Objetivos Específicos
Conhecer a origem e as características das festas juninas
Admirar e respeitar o trabalho do homem do campo
Desenvolver a socialização da criança, incentivando o trabalho em grupo
Ouvir com interesse as informações trazidas pelos colegas
Valorizar a tradição das festas juninas
Socializar com a comunidade escolar e familiar
Desenvolver a linguagem oral e escrita
Ampliar o vocabulário
Estimular a criatividade e imaginação através de atividades relacionadas ao tema
Desenvolver a valorização do homem do campo e de suas atividades
Incentivar o gosto pela culinária junina
Conscientizar sobre os perigos dos balões e fogos de artifício
Propiciar às crianças a participação em diversas brincadeiras
Promover a Festa junina da nossa escola. 
Eixos de Ação: Identidade e Autonomia, Artes visuais, Movimento, Música, Linguagem oral e escrita, Natureza e Sociedade e Matemática. 
Desenvolvimento (cada turma listará atividades conforme suas idades)

CASAMENTO MATUTO

FESTA JUNINA – 2015
CASAMENTO MATUTO
PERSONAGEM:
Padre (Zé), Noiva (Ninha dos Pontais ), Noivo (Tonhão do Grotão), Delegado Outra (Zefa do piado),Pais da noiva e Padrinhos e convidados
Cenário:
representação de um altar de Igreja ou capela.
Os convidados estão posicionados em duas fileiras, deixando o centro para a noiva. O padre encontra-se no altar e anuncia a chegada da noiva, que entra com o pai e vai até o "altar", onde se encontra o padre devidamente paramentado, seu coroinha e ainda os padrinhos e pais dos noivos.
PADRE - A noiva tá chegano! Vamo batê parma pr'ela, pessoar!!! - Cadê o noivo ??? - diz o padre.
NOIVA - Ai mãe, ele num vem, acho que vou dismaiá... (e, simulando um desmaio, é acudida pela mãe e madrinha)
* Pai da noiva faz um sinal p/ o delegado, cochicha com ele e...
DELEGADO - Pera aí seu padre; eu já vô buscá ele. ( e sai acompanhado por dois ajudantes, armados de espingarda e cassetetes).
* Entra o noivo encurralado pelo delegado, que permanece no altar, grande parte da cerimônia, atrás do noivo, para que ele não fuja.
PADRE - Bão, vamo começá logo esse casório. ( e, dirigindo-se para a noiva:) - Ocê, Ninha, promete, de coração, prá marido toda vida, o Tonhão?
NOIVA - Mas que pregunta isquisita seu Padre faz prá mim ; eu vim aqui mais o Tonhão num foi prá dizê que sim???
PADRE - (dirigindo-se ao noivo) E ocê Tonhão,  qué mesmo prá sua esposa a Sinhá Ninha de Fuega?
NOIVO - Num havia de querê, num é essa minha opinião mas, se não caso com a Ninha , vô direto pro caixão... ( diz isso virando p/ o delegado, que está de punho da espingarda).
PADRE - Então, em nome do cravo e do manjericão, caso a Ninha com o Tonhão! - E que tive alguma coisa contra fale agora ou  se cale para sempre.
OUTRA: Eu............. Padre pare essa palhaçada agora que esse cabra safado disse que ia casar comigo eu to grávida desse safado pensa que é o que.
PADRE: Você conhece essa mulher Tonhão?
NOIVO – Oxe eu mesmo não! Nunca vi tão desmantelada.

OUTRA: Me respeita!! Cabra safado olha agora que comeu o filé vai roer o osso desgraçado.

NOIVO: Agora vou!!!

NOIVA: Meu Deus hoje eu caso por bem ou por mal DELEGADO!!! Tire essa periguete daqui agora e Padre termina logo esse casamento.


PADRE: Certo: Então caso Ninha de fuega com Tonhão e viva os noivos....... vamos da inicio a quadrilha