Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.
O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.
No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante.
Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.
A baixa remuneração é a gota d’água num contexto desastroso, que combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.
Esse quadro tem como primeira consequência o chamado “mal-estar docente”: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.
O pedagogo é um criador de caminhos para se chegar a um fim, podendo então lhe dar com qualquer que seja o tipo de educação que esteja lhe sendo apresentada, bem como utilizador de métodos educacionais, por isso é lhe imposta a tarefa de educar as crianças. Em suma, o pedagogo é um especialista em educação que associa as questões sociais e políticas ao aprendizado para fazer com que este seja melhor.
Já o professor, é quem usa os métodos para ensinar algo a alguém, por exemplo, o professor de filosofia aprende a filosofia e a forma de ensina-la, não é preparado para educar, e sim para ensinar a filosofia, o objeto principal de estudo dele é a filosofia.
O pedagogo pode atuar como professor aplicando o sistema que por ele foi criado para a transmissão do conhecimento, o docente não foi preparado para atuar em todas as áreas do saber educacional.
Abaixo está uma lista com as áreas de atuação do pedagogo.
ESPECIALISTA DE AÇÃO EDUCATIVA ESCOLAR
Supervisor pedagógico
Administradores escolares
Planejador
Coordenador
Orientador educacional
Instrutor
ESPECIALISTA EM ATIVIDADE PEDAGÓGICA PARA-ESCOLAR.
Técnico
Animador
Consultor
Psicopedagogos
Clínicos
SABERES PEDAGÓGICOS
São saberes que o pedagogo/professor deve ter para fundamentar a sua didática, estão entre esses saberes a história do seu povo, a filosofia de vida, a formação da sociedade, a psicologia entre outros; estes saberes servem para que o pedagogo crie métodos e para que o professor saiba qual método que melhor se adéqua aos estudantes, seja de qualquer classe social ou cor/etnia etc.
Os saberes pedagógicos são importantes para a vida de qualquer profissional da educação, pois é a partir deles que as ações didáticas tomam forma de saber.
Raros são os professores que fundamentam suas pedagogias.
A secretária de Educação, Cultura e Esporte e primeira-dama de Seropédica, na Baixada Fluminense, sugeriu que professores da rede municipal alugassem ou comprassem jegues para ir à escola. A recomendação foi feita durante uma reunião, dia 18 de maio, com diretores das escolas municipais. No encontro, a secretária Sônia Oliveira de Souza disse que só terá carona nos ônibus escolares o funcionário que auxiliar as crianças no ônibus.
"Eles irão se comprometer com vocês a auxiliar a criança no ônibus. Aquele que não quiser ajudar, não tem problema. Não é obrigado, mas eu também não sou obrigada a dar carona pra ele. Ele vai a pé! Ou então, ele aluga um jegue. Tem um monte de jegue baratinho. Com R$ 200 você compra um jegue", diz um trecho do áudio publicado no site do Jornal Perfil.
Sônia diz ainda que, se a escola é longe, isso não é problema dela, já que o professor sabia disso quando fez concurso e escolheu a unidade onde iria trabalhar.
Sônia é secretária de Educação e primeira-dama de Seropédica Foto: Reprodução
A declaração revoltou professores do município. Um deles, que preferiu não se identificar, disse que essa é uma forma da prefeitura economizar, porque deixa de contratar um profissional próprio para a função:
— Ela disse que precisa de pessoas para ajudar no ônibus. Libera carona, mas exige que o professor seja monitor e ajude a tomar conta das crianças para que dispense o monitor e poupe um salário para a prefeitura.
O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) de Seropédica informou que, antes, seis escolas rurais recebiam o benefício do difícil acesso, que era de 10% sobre o salário. Desde junho do ano passado, o benefício pago aos servidores da Educação foi substituído pelo adicional de acesso, no valor de R$ 160, para quem trabalha cinco dias na semana, e de R$ 80, para quem trabalha dois.
— Essas escolas citadas no áudio são unidades de difícil acesso. Apesar dos professores e funcionários receberem essa ajuda de custo, não tem nenhuma linha de ônibus para que os funcionários cheguem ao trabalho — explicou Roseli Novaes, coordenadora do Sepe Seropédica.
Em nota, a secretária de Educação reconheceu que foi infeliz na sua declaração.Ela disse que sua reação foi consequência da reclamação de pais insatisfeitos com o fato de professores estarem ocupando o ônibus escolar:
“Foi um desabafo infeliz. Peço desculpas aos que se sentiram constrangidos. Minha reação foi consequência das reclamações de pais e mães de alunos que procuraram a prefeitura para se queixar de que alguns professores estavam ocupando indevidamente o espaço dos alunos nos ônibus escolares. Os professores de Seropédica recebem R$ 160,00 mensalmente como ajuda de custo de transporte. Estavam economizando dinheiro com a utilização indevida do transporte exclusivo para os alunos. Não esperava que a minha reação numa reunião com diretoras fosse ter essa repercussão toda. Foi quase uma brincadeira. Não tive a intenção de magoar ninguém.”
A Compadecida: - João foi um pobre como nós, meu filho. Teve de suportar as maiores dificuldades, numa terra seca e pobre como a nossa. Não o condene, deixe João ir para o purgatório. (SUASSUNA, p. 156)