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terça-feira, fevereiro 16

Mensagem 2016...


Aula - 03 : Vivendo das artes: Ampliação quadriculado desenho

Programa com linguagem documental com duração de até seis minutos que apresenta o processo de produção das obras realizadas por Adriano Gianolla mostrando as etapas e ferramentas utilizadas. A intenção é mostrar que o trabalho artístico pode ser também uma profissão, inclusive como única fonte de renda

AULA 03 - Aprender a técnica da quadrícula.


Objetivo: Aprender a técnica da quadrícula. Encaminhamento metodológico: * Explique aos alunos que existem diversas técnicas para ampliar um desenho e que aprenderão uma delas: a técnica da quadrícula; * Explique que esta técnica  de mudança de escala é usada em trabalhos de pequena dimensão; * Mostre um desenho pequeno dentro de um quadrado dizendo que se quisermos ampliar o dobro por exemplo, devemos desenhar um segundo quadrado que seja o dobro do primeiro; * É preciso riscar a folha em quadrados iguais e numerar cada linha na horizontal e vertical; * Para ampliar o desenho é preciso copiar cada desenho dentro dos quadrados, procurando manter as proporções: 







Nesta lição, você vai aprender a técnica de quadrícula que vai lhe ensinar a aumentar ou diminuir desenhos. Quadricular consiste em traçar quadrados do mesmo tamanho. Sem quadricular torna-se difícil aumentar ou diminuir desenhos, fotos ou mesmo objetos ao natural. Desenhar por quadrícula foi um processo muito utilizado pelos grandes mestres da pintura. Para ampliar ou reduzir, você deverá usar sempre o mesmo número de quadrados. Veja o exemplo abaixo:


AULA - 02: TOQUINHO - AQUARELA




Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu

Vai voando, contornando a imensa curva norte-sul
Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando
É tanto céu e mar num beijo azul

Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
E se a gente quiser ele vai pousar

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo

Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida
Depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
Que descolorirá
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Que descolorirá
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
Que descolorirá
Composição: Toquinho / Vinícius de Moraes
https://studiosol-a.akamaihd.net/letras/static/img/logo_impressao.v3dac636f.png?v=3

domingo, fevereiro 14

3º ANO - FILOSOFIA - 02 AULA - O que são normas sociais?

Algumas questões são importantes para compreendermos o que seriam “normas sociais”. O primeiro passo é compreender que trata-se de um fenômeno social que só existe em “comum acordo” entre os indivíduos de uma determinado grupo, por isso o adjetivo “social”. O segundo passo é compreender que sem elas seria impossível vivermos em sociedade.

A medida que o ser humano passou a viver em grupo foi necessário criar normas para que a convivência fosse possível. Essas normas são acordadas entre os indivíduos, em um primeiro momento, e aceitas pelos demais em um segundo momento. Ao nascermos, muitas das normas já estão postas e outras são construídas socialmente com ou sem nossa participação direta. Geralmente as normas sociais têm o objetivo de aperfeiçoar a convivência social e, consequentemente, a coesão entre os indivíduos do grupo. Para Emile Durkheim, a sociedade só existe devido as regras sociais que padronizam, se certa forma, as condutas dos indivíduos, estando à serviço da ordem e do bem comum. Já Karl Marx destaca que as normas sociais são criadas por aqueles que têm poder e com o objetivo de manter o status quo, em outros termos, as desigualdades existente entre os dominados e dominantes. Já Max Weber destaca que as normas sociais são fruto das ações e intencionalidade dos indivíduos. Enquanto Durkheim atesta que a sociedade determina as normas ao indivíduos, Weber afirma o aposto, pauta-se numa visão liberal, onde o indivíduo determina a sociedade.

As normas podem ser explícitas ou implícitas. As normas consideradas explícitas são aquelas que estão inscritas nas regras jurídicas. As normas implícitas não estão inscritas como legislação jurídica, mas são seguidas/observadas pelo grupo, tendo também sansões (físicas, psicológicas ou sociais) em caso de não observância.
Usando o futebol como exemplo, temos a pênalti como norma explícita e o fair play como exemplo de norma implícita. 

Na música “O que acontece na balada” é possível observarmos que há um grupo que só existe como tal devida a sua norma: o uso sigilo. Trata-se de uma norma implícita compartilhada entre os “baladeiros”. Segue a música:



O Que Acontece Na Balada
Interpretes: Thaeme e Thiago
Compositores: Nando Marx & Ed. Panttanal

O que acontece na balada
Fica na balada

Alguém me viu aqui?
Não!
Eu também não vi ninguém
Eu tava em casa
E fui dormir com saudade do meu bem

O que acontece na balada
Fica na balada
A turma tá sabendo
E ninguém pode falar nada
Se não a casa cai pra todo mundo
Ooooo

Tá todo mundo aqui na minha mão
Eu na mão de todo mundo
Tá lotado, tá bombado
Pra completar a festa ainda é open bar
E tem solteira
Tem casada
Decidida e mau amada
Tem as preparadas

Tem as santinhas
E as que não valem nada

Alguém me viu aqui?
Não!
Eu também não vi ninguém
Eu tava em casa
E fui dormir com saudade do meu bem


sexta-feira, fevereiro 12

AULA - 01 Pra que serve o estudo de SOCIOLOGIA e de FILOSOFIA?

A sociologia é uma das ciências humanas que estuda as unidades que formam a sociedade, ou seja, estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. Enquanto o indivíduo na sua singularidade é estudado pela psicologia, a Sociologia tem uma base teórico-metodológica, que serve para estudar os fenômenos sociais, tentando explicá-los, analisando os homens em suas relações de interdependência. Compreender as diferentes sociedades e culturas é um dos objetivos da sociologia. 
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Enquanto esperavam o próximo discurso na agora, a praça das feiras e das discussões, os gregos do século 6 a.C. devem ter se perguntado: "Essa filosofia que apareceu por aí. Serve para que?" 

É próprio da filosofia perguntar, questionar, buscar explicações. Por que haveria ela de escapar à indagação sobre sua própria existência? Ela, que tanto preza a interrogação, não poderia mesmo se furtar a seu próprio porque. 

Vinte e cinco séculos se passaram e a velha pergunta não cala: para que serve a filosofia? Na opinião da maior parte das pessoas, no mundo utilitarista em que vivemos, tudo tem de ter uma razão de ser e uma finalidade. Então, a resposta ainda é necessária. E ela seria: a filosofia não serve para nada! 

Sem finalidade 
Mas você já pensou que muitas outras coisas não têm finalidade específica e nem por isso são importantes? A arte, por exemplo, serve para que? Qual a finalidade da natureza, do mundo físico? Não é por não serem utilitárias que a arte, a natureza e também a filosofia deixam de ter sua razão de ser. 

Se você já estuda filosofia na escola, deve estar se perguntando: "Por que estou lendo sobre filosofia, se ela não serve para nada? Para que vai me servir isso?" Você acaba de se questionar. Talvez tenha arranjado uma resposta, mesmo que provisória, e outra pergunta surgiu. É assim que se começa a filosofar. Perguntando sobre o mundo, sobre si e o outro. 

O que sou? 
O que sou? Essa é uma das primeiras perguntas que surgem para quem quer filosofar. Quer continuar? Pois saiba que vai se iniciar uma história de perguntas sem fim. Veja como Mariella Chiai, filosofa brasileira, descreve o pensamento filosófico: 

"Eu imagino que a filosofia busca uma atitude precisa: perguntar. E perguntar, não para encontrar imediatamente respostas. Perguntar para que respostas sejam dadas e voltar a fazer perguntas sobre as respostas que foram dadas. É nunca abrir mão da atitude crítica, sabendo que é uma atitude desgraçada, na medida em que não teremos nunca a vantagem de quem, em um navio, possui um mapa, uma bússola, todos os aparelhos eletrônicos, de tal modo que o piloto possa até mesmo dormir e o navio vá sozinho para o seu destino. A idéia de assumir até o fim um pensamento crítico é aceitar que navegamos sem mapa, sem bússola, no máximo talvez com uma estrela, e que essa estrela seja: continuar perguntando." (in, Lareira e Rios, 2004, pagas.29-30) 

"Só sei que nada sei" 
Isso lhe parece desesperador? Pense bem. Se quer continuar no caminho da filosofia, vai precisar se distanciar um pouco das certezas. A filosofia não lhe trará segurança a respeito de muita coisa. Sócrates, por exemplo, dizia: "Só sei que nada sei". 

Ele punha por terra tudo o que julgava mais certo, para então construir o seu conhecimento. Se você for aceitar o desafio de filosofar, vai perceber que a filosofia é assim meio fugidia, atiça nossas incertezas. Ela é sedutora como as sereias que quase encantaram Ulisses na "Odisséia". Mas, ao contrário do que acontece nessa história, a filosofia não põe em risco a aventura de navegar, sem mapas nem bússolas.

Aula 01 - O que é arte? para que serve?



Arte, é a capacidade do cérebro do ser humano, que tem em abstrair, somente os humanos fazem arte. 



A arte é uma criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura. É um conjunto de procedimentos utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais). Atualmente alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. O artista precisa da arte e da técnica para se comunicar. 


Quem faz arte? 

O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo. O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas. 



Por que o mundo necessita de arte? 

Porque fazemos arte e para que a usamos é aquilo que chamamos de função da arte que pode ser feita para decorar o mundo, para espelhar o nosso mundo (naturalista), para ajudar no dia-a-dia (utilitária), para explicar e descrever a história, para ser usada na cura doenças e para ajuda a explorar o mundo. 



Como entendemos a arte? 

O que vemos quando admiramos uma arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar. 



O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte? 

Estilo é como o trabalho se mostra, depois do artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único. 

Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o quê, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental. 

Ex.: Surrealismo 



Como conseguimos ver as transformações do mundo através da arte? 

Podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde o como, desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudanças que o mundo teve. 



Como as idéias se espalham pelo mundo? 

Exploradores, comerciantes, vendedores e artistas costumam apresentar às pessoas idéias de outras culturas. Os progresssos na tecnologia também difundiram técnicas e teorias. Elas se espalham através da arqueologia , quando se descobrem objetos de outras civilizações; pela fotografia, a arte passou a ser reproduzida e, nos anos 1890, muitas das revistas internacionais de arte já tinham fotos; pelo rádio e televisão, o rádio foi inventado em 1895 e a televisão em 1926, permitindo que as idéias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, as teorias debatidas e as técnicas compartilhadas: pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e e arte podiam ser impressos e distribuídos em grande quantidade; pela Internet, alguns artistas colocam suas obras em exposição e podemos pesquisá-las, bem como saber sobre outros estilos. 




Para que serve a arte? 
Claro que a resposta é muito pessoal. Mas intimamente, acredito que a arte é um dos poucos elementos em nossas vidas que serve para mostrar que não somos os imbecis que aparentamos ser no dia à dia. Fazer arte, principalmente política ou de crítica social, serve para mostrar que não somos simples bonecos de argila , totalmente moldados pela mídia e pela necessidade de grana para sobreviver. 
A Arte serve para mostrar que não aceitamos o mundo da forma que ele se apresenta, sabemos que ele é uma construção histórica, e que portanto, ele não está assim porque "as coisas são assim mesmo, sempre foi desta forma". 
Acreditamos na possibilidade de mudança, portanto, não queremos passar pela vida apenas exercendo nosso trabalho medíocre, nossa "honrada função na sociedade", que mal dá para o sustento, quando dá. Queremos soltar nosso grito glutual, nosso berro de desespero, verdadeiro horror pelas atividades repetitivas, pelo cotidiano entediante, pelo medo da insegurança, do desamparo e da miséria. Por isso fazemos arte. Para soltar este grito, para provar que não nascemos apenas por nascer, vivemos apenas por viver. 
Particularmente, eu, Maret, me fio à uma arte mais engajada, ela pode atualmente não agradar o público, mas...francamente não me magôo com isso, e não vou muda - la para adequa-la ao gosto do grande público.

quinta-feira, fevereiro 11

Apoio pedagógico



Professor
- Conhecer os critérios pré-estabelecidos para enviar alunos para o apoio
- Ter conhecimentos didáticos para planejar as atividades
- Dominar conhecimentos pedagógicos para saber acompanhar as aprendizagens dos alunos
- Preencher instrumentos de avaliação e acompanhamento das aprendizagens dos alunos

ORIENTAÇÃO INICIAL DE ARTE ENSINO FUNDAMENTAL

ORIENTAÇÃO INICIAL DE ARTE ENSINO FUNDAMENTAL 


Caro aluno (a), seja bem-vindo (a).

Você está iniciando uma nova etapa em sua vida: seus estudos. Juntos estaremos, iniciando o curso de ARTE. É importante que tenha consciência da necessidade de estudar, de produzir, criar suas atividades com bastante seriedade e dedicação. 

Postagem em destaque

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